Depois de muito resistir, aceitei o fato de que preciso fazer musculação. Não há uma única pessoa sensata (incluindo aí médicos e a nutricionista maravilhosa) com quem eu converse que não me lembre do quanto esse exercício é importante, então eu parei de dar birra com a academia e voltei. Ontem. O que deve dar uma vaga noção de como eu estou hoje, certo? Cheia de dores e sentindo como se um caminhão tivesse passado por cima de mim. Mas vou continuar.
Resolvi fazer na academia aqui perto de casa mesmo. Que é uma academia pequena e nada bonitinha, mas que tem o necessário e, mais importante, um preço não abusivo. Porque lá se foi o tempo em que eu pagava mais de 100 reais prá malhar. Também se foi, há muito, o tempo em que as melhores academias da cidade custavam só isso. Então, vou ficar nessa mesmo. O professor que me atendeu ontem foi bem cuidadoso e prestativo e, considerando minha vontade, motivação e empenho, não há porque gastar muito com isso.
Espero, de verdade, continuar. Porque preciso, e não porque é legal ou divertido. Acho que vou começar a pensar como minha mãe e encarar a academia como remédio. Quem sabe assim funciona?
- Estou também com vontade de correr. Que é um desejo antigo, aliás. Nunca deu certo porque eu acabava trocando as corridas pelas aulas de spinning, bem mais divertidas. Como agora não há essa opção, talvez dê certo.
- Perdi também a ilusão de que é possível emagrecer sem exercício. Eu sei que é, mas demanda uma força de vontade que eu não tenho. Quando estou malhando, penso que já estou fazendo "metade" do investimento e aí a coisa anda com mais facilidade. Da primeira vez (2007) funcionou, espero que continue funcionando.